sábado, 6 de março de 2010

MULHER

Enviaram-me um belo texto de Luiz Fernando Veríssimo sobre a Mulher! Foi uma mulher que enviou! Dois dias antes do 'Dia da Mulher'! Mulher prevenida, como todas!

Perdoem-me tal pretensão, mas nada há nas palavras de Veríssimo que há muito eu não já saiba. Ainda na adolescência dava de ler ‘Capricho’, ‘Contigo’, ‘Nova’, ‘Cláudia’ e tantas outras revistas da minha mãe e da minha irmã para tentar alcançar o universo feminino. Um tanto por não conseguir andar no emaranhado das suas tramas sem me embaraçar; outro tanto por querer ser merecedor delas, de poder estar apto a retribuir o que elas, voluntariamente, ou não, me ofertavam.


E assim cresci e tantas mulheres amo (deixei de relacionar-me com algumas, mas o amor que sinto por elas é imortal) que aprendi que não devo homenageá-las em um dia único, mas em todos. Se querem parabéns por esse dia escolhido para tal, que seja: Parabéns! Mas é tão pouco que me parece imerecido. Todos os dias são o ‘Dia da Mulher’.


Eternos dias das mulheres! Daquela que me gerou e ensinou a viver... Daquela que foi professora e me ensinou a viver... Daquela que foi namorada e me ensinou a viver... Daquela que foi esposa e me ensinou a viver... Daquela que nasceu filha e que me ensinou a viver...


E, principalmente, daquela por quem o meu coração transborda, diariamente, de amor! Ainda que não o vivamos na plenitude que nós dois e o amor merecemos!


Eu, que apenas busco ser uma pessoa melhor ao conhecê-las, sei das minhas imperfeições e confesso: com certeza, se eu tivesse que ter nascido um ser humano melhor, teria nascido mulher!

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