terça-feira, 15 de julho de 2008

OUTRA FLOR DO CAMPO, DÁ MALEMOLÊNCIA

Fez-se FLOR do que ficou.
Fui andando só...
Foi-se a sombra do que fui...
Foi-se a luz do Sol...
Viria a noite e levaria a existência...
E NUNCA mais nos veriam.


Dissolveríamos entre as flores;
Deitaríamos sobre os sonhos!

Lá de dentro, chorando pra dentro,
Me protegeria da chuva ácida qu'eu derramo...
Deitaria sobre mim;
Correria ao encontro do caminho!

Feridos, talvez, mas bonitos.

Mas para os campos floridos;

Não para os instantes preditos.

ELA me levaria...

_A _r _r _a _s _t _a _d _o !

Queria eu ser minha Sombra...

Deitar sobre o CONCRETO.


Tirar a profundidade da angústia que me abstrai,

Trair a confiança dos que me têm real,

Deixar minha consciência com duas dimensões,

Erguer o inconsciente tridimensional...

Palpável . . .

...

Permeável . . .

...

Profundo . . .

...

Surreal . . .

...

O espelho concreto desta abstração: http://espelhoabstrato.blogspot.com/2007/05/malemolncia.html

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