quinta-feira, 29 de março de 2007

ZORRA DE VIDA

Soltando farpas,
Largando faíscas,
Quase explodindo.
Batendo biela,
Pedindo penico,
Queimando as pestanas.
Lá vou eu de novo,
Novas velhas
Histórias,
Velhos novos
Caminhos.
De ré pra frente,
Engolindo sapos,
Tomando sopa de pedra.
Vazando pelo ladrão,
Revertendo turbina,
Caindo pelas tabelas.
Cá estou eu de novo,
Poucos velhos
Amigos,
Velhos poucos
Sonhos.
Em sinuca de bico,
Matando cachorro a grito,
De cara pro Sol.
Fazendo firulas,
Escondendo o jogo,
Penteando macaco.
Sempre (quase) perdido,
Quase sempre sozinho.

2 comentários:

Denildes disse...

Marquinho é sem comentários a unica palavra que eu tenho a por aqui é que vc é demais e te admiro muito. Esta tudo igual a vc lindo!Parabéns.
Denildes.

Anônimo disse...

Oi eu aqui de novo é qu eu agora so ando aqui rsrsrs Nossa é que é maravilhorso.
E me sinto bem aqui bjus